Esta cadeia de crateras secundárias estava alinhada com o trajeto percorrido pela MRO. Por causa da maneira como elas estão alinhadas, a HiRISE conseguiu capturar a maioria delas em uma única imagem de 25 quilômetros de comprimento.
Crateras secundárias se formam a partir do material ejetado pelo impacto inicial. Estes impactos liberam uma grande quantidade de energia e alguns materiais são ejetados com força suficiente para formar novas crateras.
As crateras secundárias podem ter o mesmo diâmetro das primárias (formadas pelo impacto de bólidos que atingem a superfície).
Além disso, também existem agrupamentos de crateras primárias (veja exemplos como
PSP_010200_1805,
PSP_010292_1785 e ESP_017270_2265 ), o que dificulta a determinação do processo responsável pela criação de um grupo particular de crateras. Uma característica intrínseca de crateras secundárias é que elas tendem a apresentar uma forma irregular, devido à baixa velocidade do material ejetado.
Tradução: Thiago Statella